Meio&Mensagem
Publicidade

O que o amor pode nos ensinar sobre estratégia?

Sobre a importância dos dados nas tomadas de decisão das coisas do coração


22 de março de 2021 - 14h32

(Crédito: Nick Fewings/ Unsplash)

Considero-me uma pessoa com sorte no amor. Apesar de alguns encontros e desencontros, hoje sou casado há 9 anos com quem divido meu espaço, meus projetos e o desafio de criar uma duplinha para um mundo tão complexo.

Nem tudo são flores, mas me considero uma pessoa realizada no campo do amor.

Estamos sobrevivendo à pandemia, quer prova maior de sucesso?

Digo sorte porque fui um daqueles poucos felizardos que se apaixonaram a primeira vista e hoje continuo numa relação de amor e afeto.

Pelo menos é o que indica a pesquisa divulgada pela Logan Ury, Diretora de Ciência da relação na sessão – F*ck The Spark And Other Ways To Not Die Alone.

-86% dos relacionamentos que começaram *apaixonados, terminaram.

-Apenas 33% dos que começaram meio aos trancos e barrancos.

Na minha época (tio falando) não existia esse negócio de Tinder e meu processo foi totalmente intuitivo. Pura sorte!

Hoje, o que parece estar matando os relacionamentos duradouros é justamente a forma como se filtra a busca nos apps de relacionamento.

Isso porque o que te atrai hoje num relacionamento não é a mesma coisa que garante uma relação boa e de longo prazo. Vamos aos fatos:

-F*ck the Type: Geralmente as características que você idealiza em alguém não são as mesmas que te farão feliz.

-F*ck the spark: Amor a primeira vista não garante bom relacionamento, ao contrário, segundo pesquisa.

-F*ck the happier after and after: Não espere que a felicidade cresça a cada dia, a resposta está mais ligada ao seu comprometimento na relação.

Parece estranho olhar para dados nas questões do coração né? Agora, se nem para o amor sua intuição é a melhor estratégia, imagina quando se trata de tomar uma decisão para a sua marca.

Temos uma leva tendência de pressupor que temos experiência, conhecimento e habilidade para tomar algumas decisões e é justamente quando não olhamos para a frieza dos dados que podemos estar falhando.

Como um bom conselheiro amoroso, trago aqui 3 erros comuns que estrategistas cometem ao tomarem suas decisões.

-F*ck the first awnser: As melhores respostas estão escondidas.

-F*ck the useless information: Informação boa é aquela que dá plano de ação.

-F*ck the best of two worlds: Estratégia pressupõe escolha.

Então, assim como no amor, tome decisões olhando para a estatística sem jamais perder a ternura. Caso contrário, você vai depender puramente da sorte.

Agora se você precisa de um coach amoroso: https://www.linkedin.com/in/douglas-duarte-nogueira-67723015/

https://online.sxsw.com/event/sxsw-online/planning/UGxhbm5pbmdfMzM1NTE4

Publicidade

Compartilhe

Patrocínio